sábado, 12 de fevereiro de 2011

Entenda a crise no Egito

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É isso ai moçada, espero que dessa vez eu consiga manter atualizado o blog, reza ai que é para dar certo.
Bem, para começar um esquemão sobre a Revolução no Egito que abalou esse inicio de ano. Um abraço a todos

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Dia do Trabalhador

É interessante notar a perda do sentido original das comemorações nacionais ou mesmo a comercialização dos dias, o dia mundial da mulher passou a ser um dia fofinho, esquecendo-se das grandes lutas empreendidas pelas trabalhadoras em busca de reconhecimento e direitos no mundo machista; Natal, eita, la vem a lista de presentes - coitado do meu cartão de crédito.
Com o Dia do Trabalho não foi diferente, mais um feriado entre vários existentes no Brasil, não que eu não goste de uma folga, mas o grande problema é a falta de reflexão sobre o dia. Data por data melhor a Páscoa que tem chocolate.
Pois bem, vamos ao ponto, o Dia do Trabalho se constituiu mundialmente como um marco na luta da classe operária contra a exploração no trabalho fabril, elevando a proposta da diminuição da carga horária diária para 8 horas por dia, confrontando as tradicionais 16 horas de purgação perante as esteiras.
Como toda luta, mártires anónimos morreram em defesa de uma causa, nomes que se perderam na história, porém em lembrança deles trabalhadores do mundo passaram a cobrar de forma sistematizada o respeito e a redução da carga horária.
Manifestações violentas foram realizadas no final do século XIX nos Estados Unidos da América (Império do Mal) onde a repressão da grande burguesia tentou calar a voz do proletariado, e em homenagem a essa luta, a Internacional Comunista resolveu adotar o 1º de Maio, em alusão a data dos primeiros embates com a policia de Chicago, como data simbólica para os trabalhadores do mundo.
No Brasil não foi diferente, o movimento anarquista e comunista que se desenvolvia nos centros industriais brasileiros passaram a exigir de forma sistemática transformações humanitárias no mundo do trabalho, contudo é interessante perceber a utilização da data com fins políticos.
Ainda na Era Vargas (1930-1945), foram estabelecidas as leis trabalhistas como forma de acalmar os ânimos dos trabalhadores urbanos que desenvolviam suas atividades com grande combatividade e organização.
Ao se estabelecer um a leis trabalhistas Vargas silenciou um parcela das reivindicações, passou assim a ser visto como "o pai dos pobres", contudo estabeleceu a cooptação (compra ou associação) dos sindicatos que deveriam ser regidos pelo Ministério do Trabalho, ou seja subordinados ao Estado, impossibilitando assim a combatividade dos trabalhadores, nesse contexto o 1º de Maio não era mais visto como uma data de lembrar da luta ou de se unir em prol de ideologias, mas para comemorar o gracejos alcançados na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e eis que hoje esperamos pelo feriado, mas nos esquecemos do longo e sofrido caminho não para conseguir uma folga, mas para garantir respeito aos trabalhadores.




O que antes era uma data para lutar e relembrar, se transformou em uma data alienante para os trabalhadores. E viva mais um feriado.






PS.: Galera, vale a pena passar no Blog do Diemer, foi de onde saiu Charge que abre esse texto, segue ai o endereço dele:
http://chargedodiemer.blogspot.com/2009_05_01_archive.html














terça-feira, 20 de abril de 2010

Tiradentes: a criação do herói (vivaa, pelo menos ganhamos mais um feriado)






Eu prefiro essa bandeira, mas infelizmente minha opinião não vale muita coisa – eis ai o grande problema do mundo, se levassem em conta o que eu digo com certeza o mundo seria melhor.

OBS: sou modesto.




Interessante, quando eu era bem pequenininho nas aulas de Estudos Soc
iais me ensinaram que Tiradantes foi um herói que lutou pela libertação do Brasil, para que deixássemos de ser uma Colônia de Portugal, mera ilusão.

Fui apresentado a escola no contexto de redemocratização do Brasil, após um obscuro período conhecido como Ditadura Militar (1964 – 1985), o que deixou certos resquícios no ensino brasileiro, como enaltecimento a pátria, o hábito de cantar o hino nacional antes de entrar em sala e o culto a heróis nacionais, entre eles Tiradentes.

Pois bem, comecemos a desconstrução do mito. O movimento conhecido entre nós como Inconfidência Mineira foi uma proposta elitista de modificação na vida política nacional, uma idéia trazida pelos jovens mineiros que foram estudar na Europa e lá entraram em contato com ideais republicanos que marcaram a Revolução Francesa e posteriormente e Independência dos Estados Unidos da América (= Império do Mal).

Não vamos nos ater em detalhar a Inconfidência, pois isso vocês podem revisar nos livros, mas vamos ver como Tiradentes foi apropriado pelo Estado brasileiro.

Como Tiradentes era o de menor condição financeira entre os inconfidentes teve poucas possibilidades de negociação com a coroa portuguesa o que o levou a morte na forca e posterior esquartejamento.

Vale ressaltar que sua casa foi destruída e a terra onde antes estava construída foi salgada para que nada ali nascesse, apagando assim a memória sobre ele.

Durante o período colonial e posteriormente imperial a figura de Tiradentes não foi enaltecida, não existia o feriado (que chato), muito pelo contrário, havia uma necessidade constante de se apagar da história qualquer exemplo de levante contra o domínio português ou de seus descendentes, portanto nosso herói em questão estava ainda mais morto – humor negro percebeu?!




No Brasil que se descortinava após a proclamação da república em 1891 a nação se encontrava sem heróis que fossem tipicamente brasileiros, o que tínhamos eram portugueses ou seus descendentes, que na nova etapa de nossa história deveriam ser substituídos por novos padrões de heroísmo e é nesse contexto que surge a figura revisitada de Tiradentes, como um mártir na luta pela independência.

Percebam que a imagem de Tiradentes foi modelada para esboçar um ar sereno e de certeza na luta que havia travado, até mesmo quando retratado após o esquartejamento o ar e de paz em seu semblante o qual é acompanhado pela imagem do crucifixo pois o mesmo assim como Cristo teria morrido pelos seus irmãos – percebam a questão do simbolismo da imagem.




Foi justamente comesse trabalho, por sinal muito vem feito, que montou-se um herói brasileiro, o qual ainda é lembrado e venerado até hoje, e mesmo os que não conhecem sua história o reconhecem como um elemento marcante na luta contra o dom

ínio português, levando na atualidade a serem montadas imagens como essa, onde vemos um padrão vindo dos quadrinhos para expor uma figura altiva e certa dos princípios defendidos, isso nada mais é que marketing na formação simbólica de um povo.







terça-feira, 13 de abril de 2010

HERCULES E A CULTURA GREGA

A figura de Hercules desperta admiração por séculos, inclusive servindo de inspiração para filmes, revistas e desenhos animados entre eles a grande produtora Disney. Mas quem é Hercules?

Vamos lá, trata-se de um semi-deus filho de Zeus e Alcmena.

As lendas em torno de sua imagem chegam até mesmo a afirmar que teria sido ele o responsável em dividir a África da Europa na região que hoje conhecemos com Estreito de Gilbratar.

Mas vamos além dos mitos e vamos observar o que a figura desse semi-deus simbolizariam ao povo grego.

Hercules simboliza o ideal de guerreiro grego, bravo e nobre, tendo na valentia perante o combate sua principal qualidade. Esse tipo de personagem mítico tinha a função de servir de exemplo aos jovens gregos, um ideal a ser seguido.


No desenho produzido pela Disney, as histórias são narradas por figuras femininas pintadas em jarros.

Essa belas moças eram as ninfas, responsáveis por inspirar os poetas (aedos), músicos e escritores, ou sejam abençoavam as artes.





Os jarros são ânforas, que tinham como função servir de reservatórios de água, vinho e azeite, as mais belas eram utilizadas nos grandes banquetes.

Para o grego, era uma honra ser eternizado em pinturas nas ân

foras, as quais chegaram até nós, encontradas por arqueólogos, nos servindo com fonte de conhecimento sobre os hábitos e costumes dos gregos, além de nos trazer passagens sobre a mitologia.


Pintura em anfora de Hercules derrotando o Leão da Nemédia,

forma educativa de valorizar os valores guerreiros.



segunda-feira, 5 de abril de 2010

Comunismo?! Sei não viu.


John Lennon deixou muito mais do que música antes de sua morte prematura, ele prestou um legado a humanidade pregando por utopias de um mundo melhor, imaginando se as pessoas realmente soubessem viver, mas infelizmente em um de suas frases ele expressou a desesperança de uma geração ao afirmar “o sonho acabou”.

Os sonhos de liberdade , um mundo melhor, a participação popular, foram colocados de lado tanto pelas doutrinas neoliberais quanto pelos que se diziam comunistas.

Quando Marx propôs suas idéias, a Europa se encontrava sob a égide da modernidade industrial que submeteu o homem ao domínio das maquinas controladas pelos tecnocratas sem coração baseados na busca incessante do lucro, o comunismo nasceu assim como uma proposta real e executável contra a exploração e miséria vivenciada pelos trabalhadores, o sonho da sociedade igualitária permeou a mente de proletários do mundo – inclusive o meu quando vislumbrei a beleza do sonho comunista.

O interessante é notar que o materialismo histórico proposto por Marx – e que tem uma força notável, pois o modo de trabalho e a economia são indissociáveis da sociedade contemporânea – pode nos auxiliar a observar a própria morte do comunismo ao aliarmos as observações de Trotsky.

Durante a Revolução Russa que costumo chamar de o “nascimento do povo” na história tínhamos a necessidade de uma organização revolucionária permanente, a qual foi proposta por Lênin e criticada por Trotsky, que chamava a atenção para a possível criação de uma burocracia estatal que desembocaria na formação ditatorial.

E num é que o Trotsky acertou rapaz, após a morte de Lênin o bigodudo do Stalin tratou de formar um estado ditatorial tão repressivo quanto o hitlerista.

O pior de toda esta história é a formação cíclica da história. Os países que compõem a América do Sul foram em suas formações coloniais regiões de exploração para o enriquecimento de suas metrópoles, contudo na década de 70 do século XX os ideais marxista ganharam força o suficiente para a formação de uma leva de grupos guerrilheiros e criação de partidos comunistas.

O sonho chegou até mesmo a desembocar na formação das conhecidas FARC’s colombianas, ou como percebemos principalmente a partir da década de 90 a acessão dos partidos de esquerda a presidência de alguns paises, na esperança popular de uma modificação real no panorama político, econômico e social de desesperança.

Mas como eu disse a história se repetiu, no caso venezuelano vejo com tristeza a morte do sonho citada por Lennon, vemos na reportagem assim como no comportamento de Hugo Chaves na formação de um Socialismo de Estado nos moldes ditatoriais dos demais vigentes, diferente somente na camuflagem democrática.

Pois é, a Venezuela é uma democracia, contudo com a prisão e perseguição de seus opositores, a proibição da liberdade de expressão e a cooptação dos meios de comunicação, Chaves tem em suas mãos o domínio sobre a mídia e as informações vinculadas no pais, em uma completa manipulação da maquina estatal, mas contudo foi o povo que o elegeu, portanto, o estado é legal.

Termino meu breve texto com uma citação do Rappa: “a paz sem voz, não é paz é medo” e amplio, um país sem direito a voz tem medo.

Ai que saudade do tempo que Chaves só era aquele garoto mexicano que morava em um barril.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Entendendo o Pacto Colonial com Humor


Entendendo o Pa(c)to Colonial

O saudoso e grande comediante Espanta dava show ao contar essa piada, confira, ria e depois confira a contextualização da piada com o Pacto Colonial.

Piada do Pato e do Padre Safado!?

Acorda menino diz a mãe pra menino acorda pra vender o pato diz a mãe do menino o menino diz ôô mãe não to afim de vender pato venda o pato que é melhor se não vender vai ser pior.. e la vai o menino com o pato na mão gritando olha o pato!!! quem quer comprar o patoooOO!!
De repente ele passa pela uma casa e vê o portão aberto ,então pensa já ficando de noite e ainda não vendi esse pato se o cliente não vem até a mim eu vou até o cliente, então o menino entrou pela casa e foi até o quarto e la tinha um casal fazendo sexo o menino nem liga e vai oferecer o pato meus senhores compre esse pato!??
A mulher assustada diz: ta loko menino vai com esse pato pra la como vc entre ou aki??e talz o menino fala que o portão estava aberto e a mulher preocupada fala pro homem é melhor vc ir meu marido deve tar xegando e o portão ta aberto ele vai entrar e niguem ver...
E pra piorar o menino diz la vem um senhor vo pergunta se ele quer comprar o pato!
A mulher desesperada chama o menino e tranca junto com o outro no armário.
Depois de algumas horas já era 21:00hs e nada do marido sair do quarto o menino preocupado diz meu senhor minha mãe vai me matar se eu não volta pra casa cedo e ainda mais sem ter vendido o pato.
O homem responde fala baixo moleke se não agente vai leva um surra caraio.. o menino já com raiva então por que o senho num compra o pato que juro que fico calado.
o homem não teve outra solução tiro a carteira do bolso e perguntou quanto custava o pato, o menino muito esperto disse: É 100,00 reais
O QUE ?? o homem indignadodo seu ladrazinho de uma figa quer me roupa mesmo o menino diz compre o pato que é melhor se não eu grito... então o homem pago 100 reais pelo pato passados algumas horas o menino meu senho me venda o pato eu só vo pagar 10,00 reais ..o homem ta loko menino paguei R$100 e vo vender por r$10
o menino: me venda que é mior se naum eu grito
o homem: vendeu o pato por R$10,00
depois de 1 hora....
o menino: meu senho compra esse pato
o homem:vai pra baixa da égua seu disgramado ta me fazendo de besta!
o menino: compre o pato q mior se não eu grito
o homem ta bom ta bom quanto é dessa vez ?
o menino: só R$200,00 pro senhor!
o homem: seu*************** fi de rap************ fela da p****** (bem baixinho suando se mordendo de raiva!! mesmo assim comprou o pato

E assim foi a noite toda

Pela manhã o menino conseguiu fugir com o pato e cheio da grana no bolso chegando em casa feliz da vida taki mamaim óó apurei tudo isso óó se esnobando
A mãe fica muito surpresa com a situação e fala :meu filho como pode acontecer isso além de 500,00 reias vc ainda troce o pato ,isso não ta certo pode ir já agora se confessar pro padre e leve o pato pra vender ..rs

então o menino chegando confessionáriorio seu padre me compre esse pato?

Seu filho da put passei a noite toda comprando pato e vendendo pato e vc ainda vem com esse pato vai pro quinto dos infernos seu Satanás isso só pode ser castigoooooo

Entendendo a Piada e o Pacto Colonial

Saudoso Espanta, não vejo uma forma melhor de entender o pacto colonial se não com o exemplo dessa piada.

Oh presta atenção, esta questão de pacto colonial é essencial, ai você me pergunta porque – pergunta ai cabeção – e eu respondo, é simples filhinho, porque faz parte da formação política e econômica do Brasil em um contexto mundial conhecido como Mercantilismo.

O Pacto colonial foi uma forma de dominação política e econômica da metrópole sobre suas colônias, para extrair o máximo de lucro possível tendo como base o monopólio comercial, tentando manter sua balança comercial favorável.


Tabela de comparaçã: Piada/Pacto




segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Mesopotâmia - Babilônia em Chamas


Babilônia Em Chamas
Tribo de Jah
Composição: Fauzi Beydoun

Babilônia em Chamas!
Babilônia em Chamas!
Chamas da destruição
Chamas da destruição...

Os dias são esses
(Esses!)
Dias de hoje
(Hoje!)
O mundo é confuso
Hum! Hum!
Mundo imundo...

Todos têm suas verdades
Todos têm suas mentiras
Os sábios da iniqüidade
Não temem as chamas da ira
Da ira de Jah!
(Jah! uh! uh! uh!)
Da ira de Jah!
(Jah! uh! uh! uh!)
Ninguém se lembra de Jah....

Babilônia em Chamas!
Babilônia em Chamas!
Chamas da destruição
Chamas da destruição...

Olhe pr'os guetos
E veja a escravidão
As vítimas da pátria
Filhos da opressão
Vivendo, sofrendo, morrendo
Vivendo, sofrendo, morrendo
Prá alimentar
Os donos da situação
Quem são?
Os donos do poder!
O cérebro do sistema
Hum!
Donos da situação...

-"Jah-Jah, proteja meus filhos
Das Chamas da Destruição

faya, faya, faya faya inna babilon town
faya, faya, faya faya inna babilon town

Babilônia em Chamas!
Babilônia em Chamas!
Chamas da destruição
Chamas da destruição
Babilônia em Chamas!
Babilônia em Chamas!
Chamas da destruição
(Chamas!)
Chamas da destruição
(Chamas!)
Chamas da destruição...


Veja só moçada, como diz a cantiga da Tribo de Jah "Babilônia em Chamas", muitos se perguntam, ou não, o porque da associação entre a Babilônia e a degeneração dos modos e da moral no mundo ocidental capitalista.
Pois bem, agora seus problemas terminaram, ai vai a explicação.
A religião mesopotâmica assim como as demais da antiguidade (com única exceção dos hebreus) era politeísta, seus deuses diferentemente dos egípcios (antrozoomorficos) eram gigantes com feições humanas, extremamente vingativos, deveriam ser saciados em suas vontades.
Não havia uma crença no retorno da vida após a morte, e independentemente de se ter uma vida voltada para a bondade, a morte se passa em uma lamentação eterna na escuridão comendo vermes. Então não havia lógica ter uma vida de castidade de a morte era o eterno sofrimento, então os babilônicos se entregavam totalmente aos prazeres carnais (orgias movidas a álcool).
É na Babilônia que surge um dos nomes mais falados e temidos entre os bruxos: São Cipriano; mas como pode um santo ser temido? Ai é que esta, Cipriano foi um sacerdote mesopotâmico que tentou conquistar uma jovem hebraica, não obtendo sucesso converteu-se a religião de sua amada e passou a se dedicar a defesa e propagação dos ensinamento monoteístas. Nas distorções históricas, Cipriano teria quebrado um pacto com o Diabo e passou a ser tentado eternamente, tornando-se assim um mártir e exemplo de fé. Independentemente de tudo, o Livro da Capa Preta atribuído a ele ainda é muito temido e uma aura de misticismo o ronda.
Bem esse era o panorama cultural da Babilônia durante o II Império, período o qual os hebreus foram conquistados por Nabucodonosor II e transferidos para a capital do império, essa passagem é conhecida como Cativeiro da Babilônia, quando o povo do único deus viu tudo aquilo que sua religião renegava.
O Reggae sofre grande influência dos livros do Velho Testamento, e assim ocorreu a ligação entre a Babilônia bíblica e o mundo em constantes conflitos morais.